<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Cinema &#8211; Norma Braga</title>
	<atom:link href="http://normabraga.com.br/category/cultura/cinema/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://normabraga.com.br</link>
	<description>Belas para a Glória de Deus</description>
	<lastBuildDate>Wed, 16 Oct 2019 19:58:15 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>
	<item>
		<title>Brilho eterno de uma mente sem lembranças</title>
		<link>http://normabraga.com.br/brilho-eterno-de-uma-mente-sem-lembrancas/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=brilho-eterno-de-uma-mente-sem-lembrancas</link>
					<comments>http://normabraga.com.br/brilho-eterno-de-uma-mente-sem-lembrancas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Norma Braga]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Feb 2007 18:02:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Beleza]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://agenciadoreino.com.br/norma-braga/?p=188</guid>

					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
		<div id="fws_69eb4ef4a6e45"  data-midnight="dark"  data-bg-mobile-hidden="" class="wpb_row vc_row-fluid vc_row top-level standard_section "  style="padding-top: 0px; padding-bottom: 0px; "><div class="row-bg-wrap" data-bg-animation="none"><div class="inner-wrap"><div class="row-bg"  style=""></div></div><div class="row-bg-overlay" ></div></div><div class="col span_12 dark left">
	<div  class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container vc_column_container col no-extra-padding"  data-t-w-inherits="default" data-border-radius="none" data-shadow="none" data-border-animation="" data-border-animation-delay="" data-border-width="none" data-border-style="solid" data-border-color="" data-bg-cover="" data-padding-pos="all" data-has-bg-color="false" data-bg-color="" data-bg-opacity="1" data-hover-bg="" data-hover-bg-opacity="1" data-animation="" data-delay="0" ><div class="column-bg-overlay"></div>
		<div class="vc_column-inner">
			<div class="wpb_wrapper">
				
<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
	<div class="wpb_wrapper">
		<p>Vi no carnaval de 2007 o filme Brilho eterno de uma mente sem lembranças. A música-tema, <a href="https://www.youtube.com/watch?v=WIVh8Mu1a4Q"><em>Everybody’s got to learn sometime</em></a>, uma regravação de Beck ainda mais arrasadora (e bela) que a original, toca inteira no fim e fica na cabeça durante muito tempo. A vontade é repetir, repetir, repetir. E fazer voltar alguns dos sentimentos vividos durante a história de Joel e Clementine.</p>
<p>Nesse filme, o personagem de Jim Carrey é o oposto de todos os anteriores: tímido, calado, fechado, contido até nos movimentos. Não há comicidade alguma nele, o que só o faz contrastar mais ainda com a garota de cabelos azuis/verdes/vermelhos/cor-de-rosa vivida por Kate Winslet. Um casal que tem tudo para dar certo não pelas identificações, mas pela complementaridade.</p>
<p>O relacionamento, no entanto, não corre bem, e logo a impulsiva moça do casal – e isso está na sinopse, não corro o risco de estragar o filme para quem não viu – decide lançar mão dos serviços de uma empresa que “apaga memórias”. Até aqui, nada de tão criativo: já fomos apresentados à idéia da manipulação de conteúdos do cérebro em outros filmes. O que comove neste é que o amor supera a tecnologia, a ciência, as predições e mesmo a relutância humana em enfrentar as más lembranças. Prevalece um violento desejo de recomeçar não do zero, mas dos fracassos. Everybody’s got to learn sometime.</p>
<p>Da história, na época, ficaram-me dois sentimentos bem marcados: um, mais evidente, a ausência de alguém em quem depositar as esperanças de uma cumplicidade e uma intimidade totais; outro, aliviador, a alegria de saber que minhas memórias jamais serão tiradas de mim – e que em Deus, o Pai de todo sentido, as dores não foram em vão.</p>
<p><strong>Adendo de 2019:</strong> Vi o filme em 2007. Meses depois, conheci André, com quem me casei em 2010. Percebi que, através desse filme, Deus estava mexendo nesses sentimentos antigos para que eu começasse a me preparar para o relacionamento mais importante da minha vida. <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
	</div>
</div>




			</div> 
		</div>
	</div> 
</div></div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>http://normabraga.com.br/brilho-eterno-de-uma-mente-sem-lembrancas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
