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	<title>animais &#8211; Norma Braga</title>
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	<description>Belas para a Glória de Deus</description>
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		<title>Aos pais e mães de pets</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Norma Braga]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jun 2018 19:13:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Teologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos meus estudos teológicos, há anos venho percebendo que o diabo gosta de manipular os homens por meio de extremos. É fácil! Quando você está quase vomitando de tão enjoado de açúcar, ganha algo bem gostoso que seja salgado. E vai alternando. Pode ficar o dia todo nessa brincadeira, come doce, come salgado, sem parar.</p>
<p>Tenho analisado essa alternância e percebido que o verdadeiro ponto de repouso é raro, muito raro. E pode ser raro até entre cristãos. Assim é, creio eu, em relação aos animais — não os que comemos, para afastar-me da analogia acima, mas os que criamos em casa, os chamados <em>pets</em> em inglês. A cultura não-cristã apresenta seus pontos enlouquecidos, é fato. Temos Peter Singer, que acusa de &#8220;especismo&#8221; qualquer cosmovisão que não equivalha a vida humana à vida animal. Temos quem prefira cães e gatos a gente, ovos de tartaruga a bebês no ventre. Temos quem trata o pet como filho, dando-lhe quarto especial, prato na mesa e até cerimônia fúnebre.</p>
<p>Porém, um outro modo de deixar-se cooptar pela cultura é opor-se frontalmente a ela, sem reflexão. É agir reativamente. Então há crentes que não se incomodam em dizer que não gostam de animais, que ignoram os animais, que cuidam mal de seus animais (apesar de Provérbios 12.10) e têm dificuldade de reconhecer essas tendências como pecado, pois ninguém os confronta. Há quem ache muito estranha a ideia de orar pelos bichinhos (mas como cuidar bem sem oração?). E há quem recrimine ou zombe dos que se dizem &#8220;pais&#8221; e &#8220;mães&#8221; de pets, acusando-os de cooptação parcial com a mania <em>antigente</em> que parece ser chique nos nossos dias.</p>
<p>Ora, mas quem disse que ser anti-animal é ser pró-gente? Essa dicotomia é invenção do pecado, é maligna. Para falar a verdade, eu gosto muito de me dizer &#8220;mãe&#8221; de meus gatos. Não me entenda mal: não os trato como filhos literalmente. Para mim, o uso desses termos indica a extensão do meu afeto. Recebo tanto amor deles — glória a Deus, que os fez! — que me dizer &#8220;mãe&#8221; o expressa de um modo exagerado, claro, mas o exagero, em todo amor que é grande, torna-se na medida. Confesse: você não diz para a sua esposa que ela é a mulher mais bonita, mais inteligente, em suma, a melhor do mundo? Como seria chato demonstrar o amor sem hipérboles!</p>
<p>&#8220;Ah, mas amor por um animal? Há uma diferença gigantesca entre um cônjuge e um animal.&#8221; Claro que há! Assim como há uma diferença gigantesca entre Deus e os homens, não há? Mesmo assim, Ele estende a nós o seu afeto e nos chama de filhos, além de deixar claro que quer ser chamado de Pai. E, ainda que o próprio Deus tenha se tornado homem, em nenhum momento o cristianismo permite que se embolem as estações: Deus é Deus, homem é homem, animal é animal.</p>
<p>Como cristã, também não permito. Não sou a fonte original nem a criadora de meus gatos (tampouco os pais o são de seus filhos humanos); nem sou &#8220;mãe&#8221; do jeito que só uma gata pode ser. Mas, junto com meu marido, sou a cuidadora princpal deles. Mais do que qualquer outra pessoa no mundo, responsabilizo-me por seu bem-estar físico e emocional. Amo cuidar deles e amo expressar esse amor com todo o exagero implicado na palavra &#8220;mãe&#8221;. E, quando paro para pensar nisso, amo ainda mais que Deus tenha sido tão exagerado em seu amor ao ponto de se dizer nosso Pai, adotando-nos — a nós, meras criaturas! — como seus filhos queridos.</p>
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