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	<title>Beleza &#8211; Norma Braga</title>
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	<description>Belas para a Glória de Deus</description>
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		<title>Confie!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Norma Braga]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2020 02:56:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Beleza]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Teologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>
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					<description><![CDATA[Quem leu meu livro A mente de Cristo: conversão e cosmovisão cristã certamente vai lembrar de quando conto que, em 1995, troquei “love” por “Lord” na música “Oh my Love” do...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem leu meu livro <em>A mente de Cristo: conversão e cosmovisão cristã</em> certamente vai lembrar de quando conto que, em 1995, troquei “love” por “Lord” na música “Oh my Love” do John Lennon para expressar meus sentimentos de nova convertida.</p>
<p><em>Oh my Lord for the first time in my life</em><br />
<em>My eyes are wide open</em><br />
<em>Oh my Lord for the first time in my life</em><br />
<em>My eyes can see</em><br />
<em>I see the wind</em><br />
<em>Oh, I see the trees</em><br />
<em>Everything is clear in my heart</em><br />
<em>I see the clouds</em><br />
<em>Oh, I see the sky</em><br />
<em>Everything is clear in our world</em><br />
<em>Oh my Lord for the first time in my life</em><br />
<em>My mind is wide open</em><br />
<em>Oh my Lord for the first time in my life</em><br />
<em>My mind can feel</em><br />
<em>I feel the sorrow</em><br />
<em>Oh, I feel dreams</em><br />
<em>Everything is clear in my heart</em><br />
<em>I feel life</em><br />
<em>Oh, I feel love</em><br />
<em>Everything is clear in our world</em></p>
<p>Hoje eu ouvi uma versão dessa música só com os vocais, e novamente me emocionei, porque a vida que estou vivendo agora me parecia impossível naquela época. Uma vida não perfeita, obviamente, mas feliz e cheia de propósito. Sinto-me “encaixada” como nunca estive.</p>
<p>Os percalços foram muitos. Em 1995 eu tinha 24 anos, hoje tenho 49. Já vivi mais da metade de minha vida com Jesus. Ao longo desses 25 anos, passei por muitos sofrimentos existenciais — havia muito o que curar, resolver, transformar. Passei pelo desespero de ver que alguns pecados não cediam facilmente, por trapalhadas financeiras, relacionamentos errados, uma ou outra crise de fé, uma depressão moderada.</p>
<p>Como diz outra música, do Coldplay, “Ninguém disse que seria fácil”. Mas com Jesus todo fardo é leve! E de vez em quando ele nos apresenta irmãos mais velhos na fé para mostrar luz lá na frente, quando tudo nos parece trevas. Eu tive os meus. Confie. Ele vai guiar você até lá.</p>
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		<title>Novo ano de vida, novas metas de leitura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Norma Braga]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2020 18:35:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Beleza]]></category>
		<category><![CDATA[Teologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>
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					<description><![CDATA[Hoje é meu aniversário! E uma excelente ideia para o início desta nova etapa da vida — em que tenho 49 anos em vez de 48 — é ler os...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="css-901oao css-16my406 r-1qd0xha r-ad9z0x r-bcqeeo r-qvutc0">Hoje é meu aniversário! E uma excelente ideia para o início desta nova etapa da vida — em que tenho 49 anos em vez de 48 — é ler os diálogos de Platão. Já deveria ter lido antes? Acho que não. Quando sabemos no que focar, tudo flui melhor. Como você já deve ter adivinhado, o meu interesse é a estética.</span></p>
<p>Meu professor Ariano Suassuna — sim, estou tendo lições além-túmulo com seu delicioso <em>Iniciação à estética</em> — indicou todos eles, mas sobretudo <em>Fedro</em> e <em>O banquete</em>. Depois disso, <em>Poética</em> de Aristóteles (que já li duas vezes mas há muitos anos), Plotino, Maritain, Kant e Hegel.</p>
<p>Nunca pensei que colocaria Kant e Hegel em lista alguma, mas cá está. Enfim tenho a coragem, o desejo e a confiança de embrenhar-me nesta empreitada. Sei que Deus me ajudará e estou bem feliz.</p>
<p>Claro, essa lista proposta por Suassuna é para iniciantes em filosofia estética. Tenho outras enormes em teologia reformada e consultoria de imagem, que já estudo há bem mais tempo. Estou lendo agora <em>Ravished by Beauty</em>, de Belden Lane, e <em>O mito da beleza</em>, de Naomi Wolf. Lane é cristão reformado e, a meu ver, diz algumas bobagens. Não sei a religião de Wolf, mas sei que é feminista, com uma cosmovisão autorredentora; ainda assim, diz várias verdades. Há que se ler tudo e discernir.</p>
<p>Antes, porém, assegure-se de que tem uma teologia sólida, se não, ficará sem base para o discernimento. Isso vale para o cristão que deseja estudar qualquer área. A teologia não é sistemática necessariamente, mas uma teologia que tem a Bíblia como Palavra de Deus, enxerga-a como um todo coerente e estabelece vários pontos de correlação — atividade viva, ativa — entre a Escritura e a vida diária, em relação não só ao comportamento, mas também à mente e às emoções.</p>
<p>Sim, a preparação para os estudos se dá primariamente no coração. Nunca estamos totalmente prontos, mas devemos nos mover nessa direção por toda a vida. E esse, para mim, é um dos aspectos mais empolgantes da fé cristã! Só isso justifica que, hoje, eu sinta tanta alegria ante a expectativa de explorar mais um veio nessa mina que batizei de Teologia &amp; Beleza. E nesse veio — como se diz atualmente — &#8220;vai ter Platão, Kant e Hegel sim!&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Uma retrospectiva pessoal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Norma Braga]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Dec 2019 16:19:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Beleza]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>
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					<description><![CDATA[Passei rápido no vestibular, mas perambulei por Psicologia e Jornalismo até decidir a faculdade que queria: Letras. Ainda assim, levei o dobro do tempo de uma graduação para completar o...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Passei rápido no vestibular, mas perambulei por Psicologia e Jornalismo até decidir a faculdade que queria: Letras. Ainda assim, levei o dobro do tempo de uma graduação para completar o curso.</p>
<p>Converti-me aos 24 anos, no meio da graduação. Fiz mestrado e doutorado em literatura francesa, só para descobrir que a carreira acadêmica em Letras já não era tão atraente para mim, por dois motivos principais: meu maior desejo era entender a arte a partir da teologia cristã, e para isso eu precisaria de liberdade para ler o que quisesse e estabelecer minha própria trajetória.</p>
<p>Fui professora de francês por toda a vida, e das boas, mas enjoei quase completamente (sempre amarei o idioma).</p>
<p>Conheci o amor da minha vida aos 37 e casei dois anos depois, em julho de 2010. Em outubro, engravidei e perdi o bebê com cinco meses de gestação. Parei de comer glúten logo após, quando descobri que melhorava da enxaqueca, e de tomar leite e derivados em 2011, após o teste de intolerância à lactose. Eu e André passamos um ano em Salvador, um ano em Fortaleza e estamos em Natal há sete anos. Desde então, descobri várias doenças: Hashimoto, Adenomiose, Condromalácia. Comecei a fazer o Protocolo da Vitamina D para doenças autoimunes e o médico associou minhas condições não tratadas à perda do bebê. Nesses anos, passei por fases de melhora, mas nunca me senti consistentemente bem.</p>
<p>No campo emocional, lutei com questões fundamentais, sobre meu passado, durante muitos anos, até uma depressão quase me derrubar e eu ser ajudada de um modo pouco convencional, mas muito bíblico!</p>
<p>Olhando para trás, percebo espantada que 2019 foi um ano de definições: resultados de processos antigos e longos, com o estabelecimento de decisões duráveis.</p>
<p>Em janeiro, defendi minha dissertação sobre idolatria no Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper — um curso confessional com professores mais que professores, amigos, cujas aulas me transformaram de modos que jamais conseguirei expressar inteiramente. O tema surgiu de um dualismo que percebi em mim mesma: estava mantendo em separado meus interesses teológicos e meu desejo de melhorar a própria imagem, excessivo a meus olhos. Nesse caso, o desejo excessivo e descontrolado, traduzido em muitas compras, precisava ser trazido à presença de Deus e compreendido pelo prisma de uma cosmovisão cristã. Com a boa teologia do Jumper, fui bem-sucedida nisso — tão bem-sucedida, na verdade, que decidi levar o combate ao dualismo para essa arena, em duas frentes: a beleza teórica-teológica e a beleza feminina.</p>
<p>Então compreendi que a <b>beleza</b> — divina, criacional, artística — está no centro de minha vocação. Em fevereiro, terminei minha primeira formação como consultora de imagem, com Patrícia Marques da <a href="http://www.closetinteligente.com.br">Closet Inteligente</a>, que carinhosamente me ajudou a decidir enveredar por essa área com passos mais seguros; meses depois, completei uma segunda formação mais curta, com <a href="http://www.ericaminchin.com">Érica Minchin</a>, uma questionadora incansável que também ama literatura — a identificação foi inevitável! Ambas foram fundamentais para a consultora que sou hoje (e ainda quero ser, pois estamos sempre em processo!). Além de amar trabalhar com gente, entendo que essa prática é parte importante de minha vocação no Reino de Deus, iluminando e dando consistência aos aspectos teóricos que também me fascinam.</p>
<p>Em maio, por indicação do meu amigo Yago Martins, contactei o Fernando Sergio da <a href="https://agenciadoreino.com.br">Agência do Reino</a> para me ajudar nesse projeto. Depois de quinze anos sendo lida e ouvida pela igreja, inaugurei no dia 12 de outubro a “criança” só minha, meu primeiro site com domínio próprio, Teologia &amp; Beleza, explicitando esse novo foco — que na verdade nunca foi novo (quem leu <a href="https://vidanova.com.br/424-mente-cristo.html"><em>A mente de Cristo</em></a> sabe), mas Deus precisou trabalhar em mim para que eu abraçasse essa vocação mais específica com reconhecimento, garra e alegria.</p>
<p>Em novembro, depois de uma terceira crise violenta de sangramento intestinal, resolvi responsabilizar-me por tudo o que já havia lido sobre o assunto da alimentação e considerar-me celíaca. Encarei o fato (provado pelos especialistas) de que não existe intolerância ao glúten tal como existe ao leite: quem tem problemas com glúten precisa tomar cuidado com a mínima poeirinha. Isso implicou o sacrifício não só de abster-me de glúten (o que já fazia), mas de abster-me de qualquer alimento que tenha sido preparado em cozinhas onde há a presença de glúten. Em Natal, isso significou nunca mais comer fora de casa. Mas sinto pela primeira vez que meu intestino se recupera bem. E os sintomas neurológicos estão desaparecendo de modo mais consistente, o que me tornou muito mais capaz de cumprir as tarefas do final de ano.</p>
<p>O que não mudou? O amor pela escrita e a busca de sentidos pessoais, ou seja, a tentativa de registrar o vislumbre dos desenhos que Deus tece nessa tapeçaria que é nossa vida.</p>
<p>No finalzinho deste mês de dezembro, apesar de não estar em plena forma — enxaqueca de TPM, barriga estufada, dores no corpo e feridas nos pés por ter caído de um banco de plástico que se quebrou —, consegui ter dias plenamente produtivos. Após constatar que o objetivo que estabeleci em janeiro de 2019 (foco na disciplina) ainda precisava de ajustes, pus no papel todas as atividades que quero e preciso incorporar ao dia-a-dia: devocional, exercício físico (esse não foi cumprido por motivos óbvios), postagens no Instagram e no site, marcação de consultas médicas, análises e elaboração de dossiês para as consultorias, estudos. Ainda tive a coragem de anotar todas as leituras começadas e inacabadas, de anos, chegando a dezoito itens, que coloquei em ordem de prioridade para 2020. Já consegui terminar um. Dada a minha proverbial desorganização de uma vida inteira, considero essa rotina um milagre a cada vez que se repete.</p>
<p>Uma palavra para você: não tenha pressa. A vida não se resolve em um dia e nem em poucos anos. Deus sabe o que faz.</p>
<p>Senhor, obrigada pelos milagres sucessivos. Que venham mais em 2020!</p>
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		<title>Quem sou eu teologicamente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Norma Braga]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Oct 2019 16:06:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Beleza]]></category>
		<category><![CDATA[Teologia]]></category>
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					<description><![CDATA[(Esta é a primeira postagem inédita neste novo blog do T&#38;B. As demais, antes dessa, foram tiradas de um blog antigo. Eu as trouxe para cá por gostar muito delas.)...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>(Esta é a primeira postagem inédita neste novo blog do T&amp;B. As demais, antes dessa, foram tiradas de um blog antigo. Eu as trouxe para cá por gostar muito delas.)</p>
<p>Em um site chamado Teologia &amp; Beleza, é imprescindível definir-me teologicamente. Então vamos lá. Sou cristã presbiteriana, reformada e calvinista da gema, algo girardiana, cem por cento vantiliana e triperspectivalista, além de eterna aprendiz da filosofia reformacional dooyeweerdiana. Explico.</p>
<p><em>Sou reformada e calvinista</em> em vez de pentecostal e arminiana, mas sem ser antipentecostal. Aliás, converti-me em meio pentecostal e não me considero cessacionista ao pé da letra, embora reconheça o abuso que algumas igrejas fazem em relação a dons extraordinários.</p>
<p><em>Sou </em>algo<em> girardiana</em>, ou seja, tenho muitas ressalvas em relação ao que me parece uma teologia cristã frouxamente cosida na obra de René Girard, bem como em muitas de suas análises bíblicas. Porém, acho genial sua antropologia, com muitos momentos de verdade bíblica. Girard me ensinou muito! Sua teoria mimética sempre terá lugar cativo no modo com que enxergo o mundo, o outro e a mim mesma.</p>
<p><em>Sou cem por cento vantiliana e triperspectivalista</em>. Não consigo ler Cornelius Van Til ou John Frame sem ficar emocionada e louvar muito a Deus.</p>
<p>E <em>sou aprendiz de Dooyeweerd</em>, pois o bichinho holandês é difícil mesmo! Um de meus objetivos com o Teologia &amp; Beleza é explorar melhor o aspecto estético, aplicando sua compreensão a várias esferas de beleza na vida: teológica, artística e pessoal.</p>
<p>Com a exceção de Girard, que conheci na graduação em Letras da UFRJ, os autores que cito aqui me foram apresentados ao longo do mestrado em Teologia Filosófica do Centro de Pós-Graduação Andrew Jumper, mais especificamente nas aulas de Davi Charles Gomes, um querido amigo a quem sempre serei grata.</p>
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		<title>Rossini e Ray Conniff</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Norma Braga]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Dec 2014 18:10:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Beleza]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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					<description><![CDATA[Desconheço peças instrumentais tão engraçadas quanto as de Rossini ou Ray Conniff. Apesar das muitas características que os distinguem — época, estilo, o primeiro compositor e o segundo arranjador —...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="Gioacchino Rossini - La gazza ladra - Overture" width="1080" height="810" src="https://www.youtube.com/embed/3MRvDGd02mA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Desconheço peças instrumentais tão engraçadas quanto as de Rossini ou Ray Conniff. Apesar das muitas características que os distinguem — época, estilo, o primeiro compositor e o segundo arranjador — , ambos são mestres em apresentar aos ouvintes o ridículo inerente à condição humana. (Aqui penso, sobretudo, na abertura de La Gazza Ladra — vídeo acima — e em Brazil.) Mas assinalo uma diferença fundamental: enquanto Rossini me emociona, Ray Conniff apenas me faz rir. E, à parte as qualidades musicais, talvez seja dessa natureza o abismo que os separa — o ridículo de Conniff, provavelmente inadvertido, resulta do contraste que há na abundância sentimentalista executada com perfeição formal; já o ridículo de Rossini é multifacetado como uma cosmovisão, com seus aspectos heroicos, trágicos, líricos, e subjaz às narrativas de todos nós.</p>
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		<title>Você já ouviu Stênio Marcius?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Norma Braga]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Nov 2013 18:06:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Beleza]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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					<description><![CDATA[Em toda a música brasileira cristã, não há ninguém, em minha opinião, que se compare a Stênio Marcius em termos de qualidade e profundidade. Além disso, é um homem humilde...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="Coríntios 13" width="1080" height="608" src="https://www.youtube.com/embed/DFKRBNiYKqA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Em toda a música brasileira cristã, não há ninguém, em minha opinião, que se compare a Stênio Marcius em termos de qualidade e profundidade. Além disso, é um homem humilde e sincero em sua fé, que eu tenho o privilégio de contar entre meus amigos. Não deixe de ouvir!</p>
<p><b>Coríntios 13</b></p>
<p>Quisera eu falar as línguas das nações<br />
E aos povos irmanar em puras intenções<br />
Deve ser doce, enfim, a língua angelical<br />
Clamar com os serafins o Nome sem igual<br />
E se eu profetizar, mistérios desvendar<br />
Saber qual a razão de estrelas na amplidão<br />
Se eu não tiver amor, de nada valerá<br />
Eu viverei só pra saber o que é viver em vão<br />
Quisera fé maior pra que eu vencesse o mal<br />
E ao Pai servir melhor, pureza mais real<br />
Oferecer os bens a quem mais precisar<br />
Ir longe, muito além, a vida entregar<br />
E eu, que nada sou, não tenho muito a dar<br />
Mas se eu tiver amor na vida que eu levar<br />
Eu saberei então que o pouco que eu fiz<br />
Não foi em vão, valeu a pena sentir meu Deus feliz!</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Os cheiros da França</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Norma Braga]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jul 2007 18:53:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Beleza]]></category>
		<category><![CDATA[Perfumes]]></category>
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					<description><![CDATA[Cheguei à França no dia 11 de julho de 2007 para um estágio de quinze dias que incluía turismo puro, em Paris, e formação pedagógica, em Vichy. Éramos um grupo...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cheguei à França no dia 11 de julho de 2007 para um estágio de quinze dias que incluía turismo puro, em Paris, e formação pedagógica, em Vichy. Éramos um grupo de quase cem professores de francês, vindos de três países: Brasil, África do Sul e México. Apesar de ensinar o idioma há mais de quinze anos, eu ainda não conhecia a pátria do idioma. O programa Profs en France, patrocinado pela Embaixada, foi inaugurado especialmente para esse fim: levar professores de francês à França, para que, por sua vez, eles pudessem mais eficazmente levar a França a seus alunos.</p>
<p>Sendo uma aficcionada por perfumes franceses, minha idéia fixa perfumística era experimentar o L&#8217;Heure Bleue e o Après L&#8217;Ondée, da Guerlain, perfumes do início do século com uma bela história para contar, pré e pós-guerra. Ainda queria dar uma boa olhada nos chamados perfumes de nicho, mais intimistas, de Serge Lutens. Era uma grande oportunidade, já que nenhum deles é vendido no Brasil. Em uma das inúmeras lojas Sephora de Paris, vibrei com um pequeno letreiro do lado de fora que dizia &#8220;800 m2 de diâmetro&#8221;: um verdadeiro paraíso perfumístico de quase um quilômetro quadrado!</p>
<p>Percorrendo a loja, foi com um frêmito de alegria que me deparei com uma prateleira inteira só de Lutens, os papeizinhos embaixo e nenhuma vendedora pressurosa por perto, sentindo-me livre para experimentar à vontade. Preferi, no entanto, procurar primeiro pelo L&#8217;Heure Bleue. Afastei-me dele com horror na primeira borrifada, sem conseguir ultrapassar as fronteiras do tempo para apreciar suas qualidades — o oposto do que sinto com relação ao Chanel n.5, um de meus preferidos. Voltei aos Lutens, e o primeiro que espirrei no papel, Douce Amère, teve um efeito instantâneo de maravilhamento sobre mim. Bem colorido e vivo, uma flor delicada sobre uma base amarga mas nem tanto, o suficiente para equilibrar a doçura silvestre da flor. O segundo, Un Bois Vanille, pareceu-me baunilha pura, assim como Miel de Bois, mel puro. Saí de lá com Douce Amère em um braço e Un Bois Vanille no outro, cheirando-os de tempos em tempos, deixando-os misturarem-se com as ruas de Paris. Mesmo assim, não consegui decidir. E foi apenas alguns dias depois, já em Vichy, que consegui provar o Après L&#8217;Ondée e confirmar sua semelhança com bem mais recente Insolence, da mesma maison: o cheiro rosado de frutas vermelhas e violeta está presente em ambos, mas o Après L&#8217;Ondée é infinitamente melhor, mais natural e pluricromático. Não consegui me ver usando-o hoje, talvez em outra época mais adiante. Em compensação, trouxe um saco de balas sabor violeta, que são como o Après L&#8217;Ondée em versão feita para o paladar. Gosto muito da idéia de doces de flores, e eles são muitos em Auvergne, região de Vichy.</p>
<p>Acabei trazendo na mala apenas um perfume, um antigo amor de adolescência, Tocade de Rochas, também só vendido na França. É um atalcado bem confortável, bom de usar até mesmo em casa, mas perigoso no calor do Rio de Janeiro. E foi na França que percebi algo de que tinha apenas ouvido em teoria: perfumes mudam segundo o local e o clima. Tinha levado para lá o Chance de Chanel, que no ar seco de Paris e de Vichy se tornou um aroma fresco de flores contido por uma madeira suave. No Rio, chegou a me enjoar por causa de um fundo que lembrava pipoca doce, mas na França usei-o quase todos os dias, com prazer.</p>
<p>Depois de muitos anos sem sair do Brasil, entendi que uma das experiências mais fortes a partir do contato com um país estrangeiro são os odores que sentimos nas ruas. O cheiro do metrô, do Sena, dos museus, das boulangeries e pâtisseries, das cercas vivas e dos canteiros de lavanda cuja visão me emocionou&#8230; Cada esquina era uma surpresa olfativa. Indissociáveis aos cheiros, os gostos não-cultivados no Brasil: o vinho rosé que acompanhava cada jantar leve servido pela nossa calorosa <em>famille d&#8217;accueil</em>, o pão mais consistente junto à variedade de queijos e geléias, o mil folhas de morangos e framboesa cuja doçura o creme discreto deixava generosamente sobressair&#8230; Agucei muito o olfato e o paladar na França, incorporando, além de ideias e impressões novas, também cheiros e sabores diferentes ao meu &#8220;dicionário de mortal&#8221;, imagem que Charles Baudelaire aplica não só a viagens, mas principalmente à literatura, que compõe as viagens que fazemos sem sair de casa – para muitos, as melhores.</p>
<p>Em Vichy, bela cidade-calmaria de águas termais fundada por Napoleão III, o grupo se recuperou com alívio do estresse de Paris. Tivemos uma semana de formação intensiva no <a href="http://www.cavilam.com/fr/index.php">Cavilam</a>, centro de formação lingüística que nos impressionou muito pela qualidade tanto dos cursos quanto dos contatos pessoais travados entre os professores (ou &#8220;formadores&#8221;) e os alunos-professores que éramos. Para quem quer aprender francês na França, recomendo entusiasticamente o Cavilam. Além disso, Paris é boa para passear por alguns dias, enquanto Vichy é um encanto para se conhecer aos poucos e devagar, com suas construções antigas, suas praças e confeitarias chiques mas acessíveis. E, se você passear pela região de Auvergne, alegrará os olhos com aquelas visões magníficas que o brasileiro só conhece através de reproduções de quadros famosos: campos de trigo e plantações enormes de girassóis, como nos quadros de Van Gogh, além dos montes cheios de casinhas antigas rodeadas de pinheiros e, às vezes, pequenos caminhos que se ondeiam até se perder no horizonte, como no pano de fundo da Monalisa. Impossível não se impressionar com a vivificação de tantas imagens do museu imaginário, expressão cunhada por André Malraux para a coleção de obras que trazemos dentro de nós.</p>
<p>Nossa formação pedagógica foi inaugurada com uma conferência do diretor do Cavilam, Michel Boiron, que começou distribuindo a todos os professores presentes as famosas pastilhas de Vichy. Com gosto de menta, e em versões de limão e anis, são feitas com as águas termais, conhecidas por suas propriedades digestivas. Pensamos todos: &#8220;Que simpático.&#8221; Mas era muito mais que pura cortesia. Durante a conferência, além de nos fazer rir quase o tempo todo, Boiron pôs para tocar algumas músicas francesas e falou das flores de Vichy, mostrando-as na tela, explicando com isso tudo que a língua era muito mais que estruturas gramaticais e listas de vocabulário – era também sons, gostos, perfumes, paisagens. Foi de fato emocionante: ele nos falou do ensino do francês através do estímulo a nossos sentidos diante de fatos cheios de significado, ampliando as percepções sobre nosso trabalho, bem como suas possibilidades, para muito além dos limites das salas de aula. Ele não apenas falou sobre, mas mostrou, que língua é vida. E todo o resto da formação apenas confirmou isso. É algo que só poderia acontecer na França, onde tínhamos pela primeira vez todo o entorno mergulhado naquela língua e naquela cultura que até então conhecíamos apenas de longe. Como profissional do idioma, jamais esquecerei a vívida impressão dessa convergência.</p>
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		<title>Brilho eterno de uma mente sem lembranças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Norma Braga]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Feb 2007 18:02:02 +0000</pubDate>
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		<p>Vi no carnaval de 2007 o filme Brilho eterno de uma mente sem lembranças. A música-tema, <a href="https://www.youtube.com/watch?v=WIVh8Mu1a4Q"><em>Everybody’s got to learn sometime</em></a>, uma regravação de Beck ainda mais arrasadora (e bela) que a original, toca inteira no fim e fica na cabeça durante muito tempo. A vontade é repetir, repetir, repetir. E fazer voltar alguns dos sentimentos vividos durante a história de Joel e Clementine.</p>
<p>Nesse filme, o personagem de Jim Carrey é o oposto de todos os anteriores: tímido, calado, fechado, contido até nos movimentos. Não há comicidade alguma nele, o que só o faz contrastar mais ainda com a garota de cabelos azuis/verdes/vermelhos/cor-de-rosa vivida por Kate Winslet. Um casal que tem tudo para dar certo não pelas identificações, mas pela complementaridade.</p>
<p>O relacionamento, no entanto, não corre bem, e logo a impulsiva moça do casal – e isso está na sinopse, não corro o risco de estragar o filme para quem não viu – decide lançar mão dos serviços de uma empresa que “apaga memórias”. Até aqui, nada de tão criativo: já fomos apresentados à idéia da manipulação de conteúdos do cérebro em outros filmes. O que comove neste é que o amor supera a tecnologia, a ciência, as predições e mesmo a relutância humana em enfrentar as más lembranças. Prevalece um violento desejo de recomeçar não do zero, mas dos fracassos. Everybody’s got to learn sometime.</p>
<p>Da história, na época, ficaram-me dois sentimentos bem marcados: um, mais evidente, a ausência de alguém em quem depositar as esperanças de uma cumplicidade e uma intimidade totais; outro, aliviador, a alegria de saber que minhas memórias jamais serão tiradas de mim – e que em Deus, o Pai de todo sentido, as dores não foram em vão.</p>
<p><strong>Adendo de 2019:</strong> Vi o filme em 2007. Meses depois, conheci André, com quem me casei em 2010. Percebi que, através desse filme, Deus estava mexendo nesses sentimentos antigos para que eu começasse a me preparar para o relacionamento mais importante da minha vida. <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
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