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	<title>Livros &#8211; Norma Braga</title>
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	<description>Belas para a Glória de Deus</description>
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		<title>Top Ten de Leituras &#8211; 2021</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Norma Braga]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Jan 2022 05:10:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Seguindo a tradição familiar (ou seja, daqui de casa, hehe), <a href="https://alvenancio.medium.com/top-ten-2021-d4b6f8f58446">André publica seu top ten no dia 31</a>, e eu, no primeiro dia do novo ano. A data ficou como dia 2, mas, tecnicamente, ainda é dia primeiro porque são duas horas da manhã. Vamos lá!</p>
<p><em>O caçador de pipas</em> (Hosseini)</p>
<p>Abri 2021 desejando leituras leves e cheguei a esse livro sem grandes expectativas, nem emocionais, nem literárias — só para perceber que de leve não tem quase nada. O forte do romance não é a linguagem, e sim a história, um soco no estômago que valeu a pena ter recebido.</p>
<p><em>Woody Allen: a autobiografia</em> (Woody Allen)</p>
<p>Esse sim foi uma das leituras leves e divertidas do ano, embora Woody tenha contado em mais pormenores a guerra contra sua ex, Mia Farrow, história assustadora mas crível do ponto de vista do cineasta.</p>
<p><em>Compramos um zoológico</em> (Benjamin Mee)</p>
<p>Essa foi a outra leitura leve e divertida do ano. Eu e André amamos bichos e lemos juntos, ele em voz alta enquanto eu fazia a comida ou arrumava a cozinha. Mee escreve bem, é um excelente piadista e foi o doido que resolveu morar dentro de um zoo, assumindo a administração sem nenhuma experiência prévia, mas saindo-se excepcionalmente bem. Ficamos com vontade de conhecer o local, na Inglaterra.</p>
<p><em>Abuso espiritual</em> (Alcione Emerich)</p>
<p><em>Feridos em nome de Deus</em> (Marília de Camargo César)</p>
<p>2021 foi o ano em que mergulhei fundo no estudo do tema <i>abuso</i> (espiritual, emocional, sexual). Não sei até que ponto o estresse de pesquisar o tema contribuiu para a piora da síndrome do intestino irritável, que me deixou sem conseguir me mover muito em outubro, mas certamente o descanso a que fui forçada me deu tempo para ler e processar muitos aprendizados. Essas duas obras, de autores brasileiros, ajudaram-me nisso. Continuarei a aprofundar minha compreensão do fenômeno do abuso, mas, se Deus quiser, eu o farei sem perder de vista os aspectos mais belos e prazerosos da vida.</p>
<p><em>Coisas que não quero saber</em> (Deborah Levy)</p>
<p><em>O homem que viu tudo</em> (Deborah Levy)</p>
<p>O primeiro me fisgou desde o primeiro parágrafo e o segundo me fez apaixonar. Foi sobre o segundo que tuitei: “É muito melhor ver tudo fragmentado, mas real, do que ver tudo coerente e ordenado, mas falso.” Levy transpôs isto não apenas para a história, mas para a linguagem. Essa convergência entre narração e forma é o que faz a grande literatura. Levy foi a descoberta literária do ano. Espero ler muitos outros ainda!</p>
<p><em>E se eu parasse de comprar</em> (Joanna Moura)</p>
<p>Acompanho o blog de Jojo, <i>Um ano sem Zara</i>, desde o comecinho. Recomendo esse livro para todos aqueles que sentem um impulso irresistível para compras e depois se arrependem. A franqueza da autora revela muitos insights sobre o descontrole no consumo que podem realmente ajudar quem teve ou ainda tem esse impulso.</p>
[Ainda sem nome] (Francine Walsh)</p>
<p>Tive o privilégio de prefaciar o livro da querida amiga Francine, que ainda não foi publicado mas o será em breve pela editora Dois Dedos de Teologia. Figuraria facilmente em uma lista minha das dez melhores obras sobre feminilidade bíblica. Deixou-me feliz pelo equilíbrio no trato dos assuntos (mesmo os mais sensíveis) e pela abordagem cheia de empatia e cuidado. Muitas autoras norteamericanas, na minha opinião, pecam por uma linguagem e um foco excessivamente duros e até autoritários, como se puxassem a orelha das leitoras a cada página. Francine não deixa de admoestar, mas escreve com amor — essa é sua maior qualidade. Editores, recomendo que fiquem de olho nas revelações locais. Que 2022 seja um ano com mais estreias brasileiras tão abençoadoras como essa!</p>
<p><em>Pode ser que eu morra hoje</em> (Emilio Garofalo Neto)</p>
<p>E por falar em bons autores nacionais, Emilio é um pastor apaixonado por literatura. Conta histórias deliciosas que nos fazem, a um só tempo, recuperar um gostinho de infância e nos deparar com as grandes e difíceis questões da vida. Deste, apeguei-me à frase: “Talvez a vida seja, no final das contas, crepuscular.” Deixo ao leitor o prazer acridoce da descoberta do contexto e do tema.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Boa leitura!</p>
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