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	<title>Música &#8211; Norma Braga</title>
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	<description>Belas para a Glória de Deus</description>
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		<title>Top  Ten 2022</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Norma Braga]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Jan 2023 16:53:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Teologia]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Este ano, com exceção de Elton John, Cavaco e Vargas, minhas leituras foram bem direcionadas para a questão que mais tem me interessado hoje — abuso, sobretudo cometido contra mulheres, e a teologia que eventualmente possa sustentá-lo.</p>
<p><em>Eu, Elton John</em></p>
<p>A história de Reginald Dwight (seu nome real) e de sua desconexão consigo nos faz entender melhor a melancolia presente em muitas de suas canções. Ele aplicou esse aprendizado ao próprio métier: “Fazer um disco por má-fé nunca é uma boa ideia. Por mais cuidado que se tome, o espírito penetra na música: dá pra perceber que a motivação não é honesta”. Penso que se diria o mesmo não só de boa parte da arte de nossos dias, mas também alguns livros e artigos teológicos cuja desconexão com a vida se faz presente. Eu sentia isso com livros do Ravi Zacharias, por exemplo, muitos anos antes da descoberta de que era um abusador: formulações descuidadas, má argumentação e artificialidade nas palavras, como se o autor as montasse como Lego em vez de usá-las para expor a si mesmo ou o que crê. O texto revela até mesmo quando é produzido para ocultar; precisamos de sensibilidade para ver.</p>
<p><em>The devil inside</em>, Jimmy Hinton</p>
<p>Depois que Hinton denunciou seu grande modelo de vida e ministério, o próprio pai pastor, por abuso de crianças na igreja, não há desculpa alguma para o líder que prefere encobrir abuso para proteger a instituição em detrimento das vítimas. Através da confissão do abusador, o leitor tem acesso a uma sólida instrução sobre como esse tipo de abuso acontece, tornando-se mais apto a reconhecê-lo e evitá-lo. Outro ponto forte do relato de Hinton é a linguagem direta, crua, honesta, com alma. Imperdível.</p>
<p><em>Hearing her voice</em>, John Dickson</p>
<p><em>Why can&#8217;t women do that?</em>, Philip Payne</p>
<p>Esses são os livros de teologia bíblica “fora da bolha” que li esse ano. Com interpretações alternativas a textos bem conhecidos sobre mulheres, provocaram-me à reflexão e me revelaram que, no meio evangélico mais amplo, há muito mais controvérsia sobre esses textos do que gostaríamos de admitir.</p>
<p><em>This little light</em>, Christa Brown</p>
<p><em>Prayed upon</em>, Amy Nordhues</p>
<p>Dois casos de abuso sexual feitos em nome de Deus, ou seja, conjugados a abuso espiritual. Muito tocantes e também esclarecedores. Christa Brown é uma das sobreviventes de um líder de jovens da SBC. Era pré-adolescente quando se deu o abuso e espera há décadas por justiça. Amy Nordhues fez terapia com um psicólogo cristão que era na verdade um abusador. Assim como Christa, ela documentou seus diálogos, mostrando  como o abusador aos poucos se apropria da consciência de sua vítima e tira dela o que deseja. Se por qualquer motivo seu líder espiritual alegar que você precisa engajar-se sexualmente com ele, esse líder é um abusador e não deve ser ouvido: é lobo que se aproveita das ovelhas em vez de ser o bom pastor que se doa por elas. Aproveito para pedir orações por Christa, pois ela não consegue mais se aproximar de Deus por causa de seu trauma.</p>
<p><em>O estigma da cor</em>, Jacira Monteiro</p>
<p>Manifestado em palavras e ações, o racismo é uma espécie de abuso. Fere fundo e cria divisões terríveis entre nós. Jacira corajosamente coloca o dedo nessa ferida e nos chama à consciência.</p>
<p><em>Arame farpado no paraíso</em>, Tiago Cavaco</p>
<p>Cavaco é um pastor português que veio ao Brasil e relatou suas impressões, entremeando-as de críticas não só à mentalidade de nosso tempo, mas à cultura evangélica como um todo. Uma de minhas preferidas foi contra nossa inibição de usar uma linguagem sincera para descrever dores. “Damos um tiro no pé quando apresentamos um evangelho que filtrou para fora de seu discurso os abismos da existência — os cristãos devem ser primeiramente exploradores de grutas, e só depois alpinistas. Sem convicção a falar do que é mau, diminui a pertinência falando do que é bom”. Essa tem sido minha ênfase há muitos anos, e sempre fico feliz ao encontrar alguém que não está interessado em dourar a pílula da vida, mas se apresenta como gente de verdade falando para gente de verdade.</p>
<p><em>Um lugar incerto</em>, Fred Vargas</p>
<p>Mais um romance policial incrível desta que é uma Agatha Christie “bombada” na diversão, nos meandros da história e na linguagem mais cuidada e literária. Só queria que a autora fosse tão prolífica quanto Christie e eu pudesse ler uma aventura do delegado Adamsberg por ano até o fim da vida.</p>
<p><em>Uma igreja chamada Tov</em>, Scot McKnight e Laura Barringer</p>
<p>O último do ano também foi o que mais me inspirou. Ao falar de abuso, é muito importante não só denunciar, mas apontar saídas dentro da vontade de Deus. O livro faz isso magistralmente, sem medo de citar nomes celebrados, mas sem deixar o leitor sem esperança. É assim que também quero terminar esta lista: com a esperança de um ano de mais consciência para a igreja e mais irmãos que possam acolher e cuidar de vítimas de abuso de todo tipo. Feliz 2023!</p>
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		<title>Confie!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Norma Braga]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2020 02:56:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Beleza]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Teologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>
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					<description><![CDATA[Quem leu meu livro A mente de Cristo: conversão e cosmovisão cristã certamente vai lembrar de quando conto que, em 1995, troquei “love” por “Lord” na música “Oh my Love” do...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem leu meu livro <em>A mente de Cristo: conversão e cosmovisão cristã</em> certamente vai lembrar de quando conto que, em 1995, troquei “love” por “Lord” na música “Oh my Love” do John Lennon para expressar meus sentimentos de nova convertida.</p>
<p><em>Oh my Lord for the first time in my life</em><br />
<em>My eyes are wide open</em><br />
<em>Oh my Lord for the first time in my life</em><br />
<em>My eyes can see</em><br />
<em>I see the wind</em><br />
<em>Oh, I see the trees</em><br />
<em>Everything is clear in my heart</em><br />
<em>I see the clouds</em><br />
<em>Oh, I see the sky</em><br />
<em>Everything is clear in our world</em><br />
<em>Oh my Lord for the first time in my life</em><br />
<em>My mind is wide open</em><br />
<em>Oh my Lord for the first time in my life</em><br />
<em>My mind can feel</em><br />
<em>I feel the sorrow</em><br />
<em>Oh, I feel dreams</em><br />
<em>Everything is clear in my heart</em><br />
<em>I feel life</em><br />
<em>Oh, I feel love</em><br />
<em>Everything is clear in our world</em></p>
<p>Hoje eu ouvi uma versão dessa música só com os vocais, e novamente me emocionei, porque a vida que estou vivendo agora me parecia impossível naquela época. Uma vida não perfeita, obviamente, mas feliz e cheia de propósito. Sinto-me “encaixada” como nunca estive.</p>
<p>Os percalços foram muitos. Em 1995 eu tinha 24 anos, hoje tenho 49. Já vivi mais da metade de minha vida com Jesus. Ao longo desses 25 anos, passei por muitos sofrimentos existenciais — havia muito o que curar, resolver, transformar. Passei pelo desespero de ver que alguns pecados não cediam facilmente, por trapalhadas financeiras, relacionamentos errados, uma ou outra crise de fé, uma depressão moderada.</p>
<p>Como diz outra música, do Coldplay, “Ninguém disse que seria fácil”. Mas com Jesus todo fardo é leve! E de vez em quando ele nos apresenta irmãos mais velhos na fé para mostrar luz lá na frente, quando tudo nos parece trevas. Eu tive os meus. Confie. Ele vai guiar você até lá.</p>
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		<title>Reminiscência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Norma Braga]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jul 2019 19:09:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
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					<description><![CDATA[Organizando meu iTunes, fui criar uma lista com músicas de Paul McCartney, quando me deparei com um leve mal estar: não combinava misturar as músicas que eu ouvia quando menor...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Organizando meu iTunes, fui criar uma lista com músicas de Paul McCartney, quando me deparei com um leve mal estar: não combinava misturar as músicas que eu ouvia quando menor (Another Day, Pipes of Peace, Coming Up) com as músicas que passei a conhecer mais recentemente (Ram On, The Back Seat of my Car), mesmo que fossem da mesma época.</p>
<p>Por quê? Pensei melhor e construí rapidamente uma pequena teoria — que, na pior das hipóteses, só se aplica a mim mesma. Quando somos menores (infância e parte da adolescência), o contato com a cultura é também uma busca identitária. Nós nos projetamos para nos encontrar no outro. No caso específico de Paul ou dos Beatles, quando ouço aquelas músicas marcadas pelo tempo, sinto bastante prazer ainda, mas preciso estar em uma certa &#8220;onda&#8221; nostálgica. Ou narcísica: é como se a música estivesse se entranhado tão profundamente em mim que eu a ouço vinda do meu próprio corpo, não das caixas de som. Como quem revisita antigos cadernos e lembra de certos sentimentos, certos cheiros, detalhes esquecidos de certos ambientes.</p>
<p>É um processo totalmente diferente da escuta atual, que não me parece tanto uma projeção, mas o movimento inverso: de acolhimento de um outro que se agrega em mim, mas permanece outro. E esse processo coincidiu, no meu caso, com a entrada na fase adulta. Por exemplo, ouço Dave Brubeck desde os meus dezoito anos, e ainda ouço do mesmo jeito. Mas a maioria das músicas dos Beatles, que comecei a ouvir aos nove anos (e era beatlemaníaca aos quatorze), talvez sejam para sempre reminiscência.</p>
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		<title>Rossini e Ray Conniff</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Norma Braga]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Dec 2014 18:10:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Beleza]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="Gioacchino Rossini - La gazza ladra - Overture" width="1080" height="810" src="https://www.youtube.com/embed/3MRvDGd02mA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Desconheço peças instrumentais tão engraçadas quanto as de Rossini ou Ray Conniff. Apesar das muitas características que os distinguem — época, estilo, o primeiro compositor e o segundo arranjador — , ambos são mestres em apresentar aos ouvintes o ridículo inerente à condição humana. (Aqui penso, sobretudo, na abertura de La Gazza Ladra — vídeo acima — e em Brazil.) Mas assinalo uma diferença fundamental: enquanto Rossini me emociona, Ray Conniff apenas me faz rir. E, à parte as qualidades musicais, talvez seja dessa natureza o abismo que os separa — o ridículo de Conniff, provavelmente inadvertido, resulta do contraste que há na abundância sentimentalista executada com perfeição formal; já o ridículo de Rossini é multifacetado como uma cosmovisão, com seus aspectos heroicos, trágicos, líricos, e subjaz às narrativas de todos nós.</p>
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		<title>Você já ouviu Stênio Marcius?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Norma Braga]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Nov 2013 18:06:19 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
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					<description><![CDATA[Em toda a música brasileira cristã, não há ninguém, em minha opinião, que se compare a Stênio Marcius em termos de qualidade e profundidade. Além disso, é um homem humilde...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="Coríntios 13" width="1080" height="608" src="https://www.youtube.com/embed/DFKRBNiYKqA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Em toda a música brasileira cristã, não há ninguém, em minha opinião, que se compare a Stênio Marcius em termos de qualidade e profundidade. Além disso, é um homem humilde e sincero em sua fé, que eu tenho o privilégio de contar entre meus amigos. Não deixe de ouvir!</p>
<p><b>Coríntios 13</b></p>
<p>Quisera eu falar as línguas das nações<br />
E aos povos irmanar em puras intenções<br />
Deve ser doce, enfim, a língua angelical<br />
Clamar com os serafins o Nome sem igual<br />
E se eu profetizar, mistérios desvendar<br />
Saber qual a razão de estrelas na amplidão<br />
Se eu não tiver amor, de nada valerá<br />
Eu viverei só pra saber o que é viver em vão<br />
Quisera fé maior pra que eu vencesse o mal<br />
E ao Pai servir melhor, pureza mais real<br />
Oferecer os bens a quem mais precisar<br />
Ir longe, muito além, a vida entregar<br />
E eu, que nada sou, não tenho muito a dar<br />
Mas se eu tiver amor na vida que eu levar<br />
Eu saberei então que o pouco que eu fiz<br />
Não foi em vão, valeu a pena sentir meu Deus feliz!</p>
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		<title>Brilho eterno de uma mente sem lembranças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Norma Braga]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Feb 2007 18:02:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Beleza]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>
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	<div  class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container vc_column_container col no-extra-padding"  data-t-w-inherits="default" data-border-radius="none" data-shadow="none" data-border-animation="" data-border-animation-delay="" data-border-width="none" data-border-style="solid" data-border-color="" data-bg-cover="" data-padding-pos="all" data-has-bg-color="false" data-bg-color="" data-bg-opacity="1" data-hover-bg="" data-hover-bg-opacity="1" data-animation="" data-delay="0" ><div class="column-bg-overlay"></div>
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		<p>Vi no carnaval de 2007 o filme Brilho eterno de uma mente sem lembranças. A música-tema, <a href="https://www.youtube.com/watch?v=WIVh8Mu1a4Q"><em>Everybody’s got to learn sometime</em></a>, uma regravação de Beck ainda mais arrasadora (e bela) que a original, toca inteira no fim e fica na cabeça durante muito tempo. A vontade é repetir, repetir, repetir. E fazer voltar alguns dos sentimentos vividos durante a história de Joel e Clementine.</p>
<p>Nesse filme, o personagem de Jim Carrey é o oposto de todos os anteriores: tímido, calado, fechado, contido até nos movimentos. Não há comicidade alguma nele, o que só o faz contrastar mais ainda com a garota de cabelos azuis/verdes/vermelhos/cor-de-rosa vivida por Kate Winslet. Um casal que tem tudo para dar certo não pelas identificações, mas pela complementaridade.</p>
<p>O relacionamento, no entanto, não corre bem, e logo a impulsiva moça do casal – e isso está na sinopse, não corro o risco de estragar o filme para quem não viu – decide lançar mão dos serviços de uma empresa que “apaga memórias”. Até aqui, nada de tão criativo: já fomos apresentados à idéia da manipulação de conteúdos do cérebro em outros filmes. O que comove neste é que o amor supera a tecnologia, a ciência, as predições e mesmo a relutância humana em enfrentar as más lembranças. Prevalece um violento desejo de recomeçar não do zero, mas dos fracassos. Everybody’s got to learn sometime.</p>
<p>Da história, na época, ficaram-me dois sentimentos bem marcados: um, mais evidente, a ausência de alguém em quem depositar as esperanças de uma cumplicidade e uma intimidade totais; outro, aliviador, a alegria de saber que minhas memórias jamais serão tiradas de mim – e que em Deus, o Pai de todo sentido, as dores não foram em vão.</p>
<p><strong>Adendo de 2019:</strong> Vi o filme em 2007. Meses depois, conheci André, com quem me casei em 2010. Percebi que, através desse filme, Deus estava mexendo nesses sentimentos antigos para que eu começasse a me preparar para o relacionamento mais importante da minha vida. <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
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